Homenagens as vítimas e familiares da tragédia da Chapecoense e desafios que o país tem que enfrentar

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Muito obrigado, Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores.
Na verdade, eu quero fazer dois registros que reputo da maior importância. Entretanto, eu já os deveria ter feito ou na terça-feira ou na quarta-feira passada, ontem, portanto. No entanto, os afazeres foram intensos, e eu não tive a oportunidade de ocupar aqui a tribuna do Senado Federal, para que assim o fizesse.
Eu quero recorrer ao ilustre Marcos Bedin num artigo que publicou a respeito da Chapecoense intitulado: “Chapecoense, um ano de dor”. Por dever de ofício, eu peço licença ao ilustre jornalista para sintetizar aqui, neste momento, nos Anais do Senado Federal, a importância desse desastre que aconteceu há aproximadamente um ano.

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Presidencialismo de coalizão se esgotou

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Sou eu quem agradeço a V. Exª e quero dizer que foi uma honra para mim substituí-lo por um pequeno e breve período na Presidência do Senado Federal.

Eu quero fazer alguns registros, Sr. Presidente, e, ao final, fazer uma reflexão sobre o momento político em que estamos vivendo.

A primeira reflexão é me associar ao pronunciamento do Senador Reguffe, que, sempre com muita serenidade e equilíbrio, me parece que faz uns pronunciamentos brilhantes, sobretudo no momento atual em que estamos vivendo. Quando o Senador Reguffe aborda temas de eficiência na administração, aborda temas que precisam ser reformados, eu me associo a isso e sobretudo à defesa daquilo que devia ser a prioridade das prioridades na vida de todo brasileiro. Leia Mais

Contra o Fundo Partidário

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, para fazer dois breves registros. Sei que V. Exª já está com a intenção de iniciar a Ordem do Dia, mas vou procurar ser rápido e objetivo na minha manifestação.
Sr. Presidente, há quanto tempo ouço, ou melhor, ouvimos falar que o Brasil precisa ou precisava de reformas estruturais. Desde que entrei na política, ouço da necessidade de se reformar o Brasil.
Pois muito bem. Dentre as reformas, a reforma política é considerada, há muito tempo e por muitos, a mãe de todas as reformas.
Pois muito bem. Ontem, esta Casa, por votação simbólica, aprovou – com meu voto contrário, é bem verdade – o financiamento público de campanha, sendo que, efetivamente, nós não sabemos exatamente qual será o seu valor. Existe uma expectativa de valor de financiamento público de campanha, mas não sabemos, volto a repetir, exatamente o seu valor e o seu tamanho.

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PEC teto de salário para estatais e segurança pública

A SRª PRESIDENTE (Gleisi Hoffmann. Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT – PR) – Com a palavra o Senador Dário Berger.
O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Senadora Gleisi, que preside os trabalhos, preliminarmente, eu quero também me associar aos demais Senadores e cumprimentar V. Exª pela passagem do seu aniversário.
A SRª PRESIDENTE (Gleisi Hoffmann. Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT – PR) – Obrigada.
O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC) – Na verdade, essa é uma data muito especial para nós, porque, quando nós comemoramos o aniversário, estamos comemorando na verdade a vida, que nos deixa mais experientes, mais preparados, que nos impõe certos obstáculos e barreiras, muitas vezes quase intransponíveis, mas a vida segue. Nós precisamos continuar avançando e reconstruindo o Brasil para os brasileiros.
Pois muito bem, Srª Presidente, Srs. Senadores e Srªs Senadoras, no dia 14 de junho deste ano, o Tribunal de Contas da União decidiu auditar os valores dos salários pagos pelas estatais não dependentes aos seus presidentes e também aos seus diretores e demais colaboradores. Os ministros daquela Corte entenderam existir manifesto descompasso entre os valores praticados pela iniciativa privada e aqueles pagos pelas estatais e sociedades de economia mista em todo o País.

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PEC das Estatais e Previdência Social

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Muito obrigado, Senador Jorge Viana. Agradeço a V. Exª.

Inicio o meu pronunciamento mencionando que ontem, desta mesma tribuna, abordei um tema extremamente relevante, que representou o início do seu pronunciamento. O tema é relacionado à segurança – ou melhor, à insegurança, à violência, à droga e à marginalização. Leia Mais

Segurança Pública em Santa Catarina

Senhor Presidente,

Prezadas Senadoras e Prezados Senadores,

Ocupo, para demonstrar minha preocupação com o aumento da violência em todo Brasil e em especial no Estado de Santa Catarina e mais agravante ainda nas maiores cidades do meu Estado. A segurança é um dever do estado e um direito do cidadão. Estamos vivendo e observando esse sentimento amargo, que atinge a sociedade brasileira. Nada nos toca mais, Senhoras e Senhores Senadores do que uma violência, sobretudo, aquela praticada pelos nossos semelhantes. Leia Mais

ARTIGO: Pensando na Chuva

Não é de hoje que os catarinenses sofrem muito com as chuvas. A situação nos abala há décadas e acaba sempre sendo negligenciada. Até que, de tempos em tempos, acontece uma tragédia que nos pega de calças curtas, e nos obriga a lembrar que é sempre muito melhor prevenir do que tentar remediar, muitas vezes, o que não pode ser remediado. Leia Mais

Audiência com Michel Temer

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) – Presidente José Pimentel, eu gostaria de fazer alguns registros, serão bem rápidos e espero que sejam breves

O SR. JORGE VIANA (Bloco Parlamentar da Resistência Democrática/PT – AC. Fora do microfone.) – V. Exª me desculpe.

O SR. DÁRIO BERGER (PMDB – SC) – Nada! O que é isso, Senador Jorge Viana? É sempre um prazer ouvir V. Exª.

Eu preciso fazer um registro de que, ontem pela manhã, Sr. Presidente, nós recebemos, em Florianópolis, por volta de 8h da manhã, o Ministro da Integração Nacional e também o Ministro de Assistência Social, que são Hélder Barbalho e o Ministro Osmar Terra. Foram visitar Santa Catarina. Ou melhor, visitar, não, foram, oficialmente, verificar e observar os estragos da grande tempestade que ocorreu em Santa Catarina nos últimos dez ou doze dias, ou talvez duas semanas. Poucas vezes, na história de Santa Catarina, choveu tanto quanto choveu nas últimas duas semanas. E não só em Santa Catarina, mas também no Rio Grande do Sul. Leia Mais